{"id":811,"date":"2007-11-18T23:10:00","date_gmt":"2007-11-18T23:10:00","guid":{"rendered":""},"modified":"2020-12-30T01:11:24","modified_gmt":"2020-12-30T01:11:24","slug":"to-verdade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/alforria.pt\/?p=811","title":{"rendered":"Chuva por Mariza"},"content":{"rendered":"<p>.<br \/>\nAs coisas vulgares que h\u00e1 na vida<br \/>\nN\u00e3o deixam saudades<br \/>\nS\u00f3 as lembran\u00e7as que doem<br \/>\nOu fazem sorrir<br \/>\nH\u00e1 gente que fica na hist\u00f3ria<br \/>\nda hist\u00f3ria da gente<br \/>\ne outras de quem nem o nome<br \/>\nlembramos ouvir<\/p>\n<p>S\u00e3o emo\u00e7\u00f5es que d\u00e3o vida<br \/>\n\u00e0 saudade que trago<br \/>\nAquelas que tive contigo<br \/>\ne acabei por perder<br \/>\nH\u00e1 dias que marcam a alma<br \/>\ne a vida da gente<br \/>\ne aquele em que tu me deixaste<br \/>\nn\u00e3o posso esquecer<\/p>\n<p>A chuva molhava-me o rosto<br \/>\nGelado e cansado<br \/>\nAs ruas que a cidade tinha<br \/>\nJ\u00e1 eu percorrera<\/p>\n<p>Ai&#8230; meu choro de mo\u00e7a perdida<br \/>\ngritava \u00e0 cidade<br \/>\nque o fogo do amor sob chuva<br \/>\nh\u00e1 instantes morrera<\/p>\n<p>A chuva ouviu e calou<br \/>\nmeu segredo \u00e0 cidade<br \/>\nE eis que ela bate no vidro<br \/>\nTrazendo a saudade<\/p>\n<p><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>. As coisas vulgares que h\u00e1 na vida N\u00e3o deixam saudades S\u00f3 as lembran\u00e7as que doem Ou fazem sorrir H\u00e1 gente que fica na hist\u00f3ria da hist\u00f3ria da gente e outras de quem nem o nome lembramos ouvir S\u00e3o emo\u00e7\u00f5es que d\u00e3o vida \u00e0 saudade que trago Aquelas que tive contigo e acabei por perder H\u00e1 dias que marcam a alma e a vida da gente e aquele em que tu me deixaste n\u00e3o posso esquecer A chuva molhava-me o rosto Gelado e cansado As ruas que a cidade tinha J\u00e1 eu percorrera Ai&#8230; meu choro de mo\u00e7a perdida gritava \u00e0 cidade que o fogo do amor sob chuva h\u00e1 instantes morrera A chuva ouviu e calou meu segredo \u00e0 cidade E eis que ela bate no vidro Trazendo a saudade<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[1],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/alforria.pt\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/811"}],"collection":[{"href":"https:\/\/alforria.pt\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/alforria.pt\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/alforria.pt\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/alforria.pt\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=811"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/alforria.pt\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/811\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/alforria.pt\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=811"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/alforria.pt\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=811"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/alforria.pt\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=811"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}